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sábado, 7 de setembro de 2019

Sinais e Sintomas mais comuns no bebê de 10 a 12 meses

Febre
Trata-se da elevação da temperatura corpórea. É considerada febre a temperatura axilar, medida
por meio de termômetro, que está acima de 37,8 °C.
- O período do dia (no final da tarde a temperatura da criança é maior do que à noite ou pela
manhã), a atividade física e a quantidade de roupas influenciam a temperatura corporal normal da
criança.
- É uma resposta do organismo a uma situação em que ele se defende de algum agente
agressor, como uma infecção.
- As causas mais comuns da febre são infecções benignas: gripes, otites, pneumonias etc.
- A febre pode ser tratada com antitérmicos prescritos pelo médico. Além disso, deve-se reduzir o
número de roupas e dar banho. - Quando a febre preocupa mais (sinais de alerta):
- Bebês de menos de 3 meses com temperatura acima de 37,8 °C.
- Crianças de qualquer idade com febre acima de 39 °C.
- Crianças de qualquer idade, com qualquer intensidade de febre, que estejam abatidas e
prostradas (sem brincar) ou que apresentem outros sintomas associados à febre, como falta de
ar, manchas na pele, vômitos ou diarreia.

Tosse
Trata-se de um mecanismo de defesa do sistema respiratório diante de um agente agressor,
inflamatório ou infeccioso. Pode ser seca ou produtiva (com catarro). Diversas doenças levam a
quadros mais ou menos intensos de tosse. Como se trata de um mecanismo de defesa, a tosse
não deve ser inibida. Ajuda muito o uso de remédios fluidificantes (que deixam a secreção menos
espessa, favorecendo a expectoração), como lavagem do nariz com soro fisiológico e inalações.
É sinal de alerta de que algo não vai bem a tosse acompanhada das seguintes situações:
- Falta de ar.
- Criança prostrada, sem querer comer nem brincar.
- Criança que não consegue beber líquidos nem mamar.
- Quando a região em redor da boca ou embaixo das unhas fica azulada (arroxeada).
- Secreção nasal ou pulmonar amarela ou esverdeada. - Vômitos repetidos após a tosse ou
provocados por ela.
- Tosse com febre por mais de 3 dias.

Vômitos
É importante nesse tópico diferenciar vômito de regurgitação. A grande maioria dos bebês
pequenos (menos de 6 meses) regurgita – isto é, devido a um mecanismo fisiológico normal há o
refluxo do conteúdo gástrico para a boca do bebê, causado por imaturidade dos esfíncteres
esofágicos (responsáveis pela contenção do líquido dentro do estômago). Esse sintoma melhora
com o passar dos meses. No vômito, há a saída abrupta do conteúdo gástrico através da boca
(em jato), o que representa uma condição de doença, na maioria das vezes aguda.
O que pode causar vômitos:
- Quadros infecciosos virais ou bacterianos.
- Alimentos contaminados.
- Intoxicação medicamentosa. É muito importante considerar que a criança que vomita pode
desidratar-se rapidamente, em especial se for pequena, necessitando de tratamento para a
parada dos vômitos e reidratação.

Diarreia
A diarreia é caracterizada pela alteração do hábito intestinal, com diminuição da consistência das
fezes e aumento do número de evacuações. Geralmente é causada por alguma infecção (como
vírus e bactérias), pode vir acompanhada de febre e tem cura espontânea: em 3 a 5 dias a
criança já está bem melhor.
Nesse sentido é importante:
- Aumentar a ingestão de líquidos e reidratante oral para que a criança não se desidrate.
- Saber que, se a criança tiver vômitos, a chance de desidratação será muito maior.
- Ficar atento para ver se o bebê tem diurese (sinal de boa hidratação).
- Observar a cor, a consistência e a presença de sangue ou muco nas fezes.
- Ter cuidado especial em relação à prevenção de assaduras, uma vez que na diarreia as fezes
podem ser mais ácidas.
- Continuar a oferecer a alimentação habitual, não é necessário mudar nada no caso de diarreia
aguda (duração de até 7 dias).
- Observar um sinal de alerta: a diarreia que não tem boa melhora após 7 dias precisa ser
investigada.

Gripes e resfriados
Gripes e resfriados são processos infecciosos das vias aéreas superiores que ocorrem com muita
frequência. São causados por tipos diferentes de vírus.
Os sintomas mais comuns são:
- Febre, que pode ser alta, mas não dura mais do que 3 ou 4 dias.
- Obstrução nasal.
- Tosse, que pode ser produtiva (com catarro) ou mais irritativa (seca).
- Queda do estado geral (a criança não mama direito, não dorme e fica mais irritada). Geralmente
a gripe e os resfriados passam sozinhos (após uns 5 dias) e não trazem complicações à criança
além do incômodo.
As medidas mais indicadas para tratamento desses casos são:
- Fazer lavagens nasais, com solução fisiológica, várias vezes ao dia.
- Tratar a febre com antitérmicos conforme a prescrição do médico.
- Aumentar a oferta de líquidos e lembrar que nesse momento a criança pode querer comer
menos.
- Manter a cabeceira do berço elevada porque, nessa fase, dormir é mais difícil para o bebê.
Como é a boa evolução da gripe: melhora com o passar dos dias (3 primeiros dias); a criança fica
“desanimada” durante a febre e volta a brincar quando ela passa; a secreção do nariz fica
clarinha e melhora com o passar dos dias; e finalmente o apetite retorna aos poucos por volta do
3º ou 5º dia.

Otite
Otite é uma inflamação do ouvido (externo, médio ou interno).
- Ouvido externo: é formado por orelha, conduto auditivo e tímpano.
- Otite externa: tem ocorrência comum devido ao contato com a água (do mar, da piscina ou do
chuveiro). Aparece uma vermelhidão ou secreção no local. Deve-se evitar a entrada de água no
local por meio de curativos e tratar com antibióticos de solução em gotas.
- Ouvido médio: pequena cavidade logo após o tímpano onde ficam os ossículos responsáveis
pela audição (martelo, bigorna e estribo) e a tuba auditiva, que liga o ouvido à garganta.
- Otite média aguda: pode ocorrer em conjunto com outras infecções respiratórias. Como há dor,
a criança pode ficar irritada, com febre e ter dificuldade para dormir ou mamar; há saída de
secreção pela orelha e diminuição da audição. O exame com o otoscópio ajuda o médico a
diagnosticar a infecção.
- Ouvido interno: é composto de duas partes, uma relacionada à audição (cóclea) e a outra ao
equilíbrio (canais semicirculares).

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar

Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Sinais e Sintomas mais comuns na criança de 1 ano

Febre
Trata-se da elevação da temperatura corpórea. É considerada febre a temperatura axilar, medida
por meio de termômetro, que está acima de 37,8 °C.
- O período do dia (no final da tarde a temperatura da criança é maior do que à noite ou pela
manhã), a atividade física e a quantidade de roupas influenciam a temperatura corporal normal da
criança.
- É uma resposta do organismo a uma situação em que ele se defende de algum agente
agressor, como uma infecção.
- As causas mais comuns da febre são infecções benignas: gripes, otites, pneumonias etc.
- A febre pode ser tratada com antitérmicos prescritos pelo médico. Além disso, deve-se reduzir o
número de roupas e dar banho. - Quando a febre preocupa mais (sinais de alerta):
- Bebês de menos de 3 meses com temperatura acima de 37,8 °C.
- Crianças de qualquer idade com febre acima de 39 °C.
- Crianças de qualquer idade, com qualquer intensidade de febre, que estejam abatidas e
prostradas (sem brincar) ou que apresentem outros sintomas associados à febre, como falta de
ar, manchas na pele, vômitos ou diarreia.

Tosse
Trata-se de um mecanismo de defesa do sistema respiratório diante de um agente agressor,
inflamatório ou infeccioso. Pode ser seca ou produtiva (com catarro). Diversas doenças levam a
quadros mais ou menos intensos de tosse. Como se trata de um mecanismo de defesa, a tosse
não deve ser inibida. Ajuda muito o uso de remédios fluidificantes (que deixam a secreção menos
espessa, favorecendo a expectoração), como lavagem do nariz com soro fisiológico e inalações.
É sinal de alerta de que algo não vai bem a tosse acompanhada das seguintes situações:
- Falta de ar.
- Criança prostrada, sem querer comer nem brincar.
- Criança que não consegue beber líquidos nem mamar.
- Quando a região em redor da boca ou embaixo das unhas fica azulada (arroxeada).
- Secreção nasal ou pulmonar amarela ou esverdeada.
- Vômitos repetidos após a tosse ou provocados por ela.
- Tosse com febre por mais de 3 dias.

Vômitos
É importante nesse tópico diferenciar vômito de regurgitação. A grande maioria dos bebês
pequenos (menos de 6 meses) regurgita – isto é, devido a um mecanismo fisiológico normal há o
refluxo do conteúdo gástrico para a boca do bebê, causado por imaturidade dos esfíncteres
esofágicos (responsáveis pela contenção do líquido dentro do estômago). Esse sintoma melhora
com o passar dos meses. No vômito, há a saída abrupta do conteúdo gástrico através da boca
(em jato), o que representa uma condição de doença, na maioria das vezes aguda.
O que pode causar vômitos:
- Quadros infecciosos virais ou bacterianos.
- Alimentos contaminados.
- Intoxicação medicamentosa.
É muito importante considerar que a criança que vomita pode desidratar-se rapidamente, em
especial se for pequena, necessitando de tratamento para a parada dos vômitos e a reidratação.

Diarreia
A diarreia é caracterizada pela alteração do hábito intestinal, com diminuição da consistência das
fezes e aumento do número de evacuações. Geralmente é causada por alguma infecção (como
vírus e bactérias), pode vir acompanhada de febre e tem cura espontânea: em 3 a 5 dias a
criança já está bem melhor.
Nesse sentido é importante:
- Aumentar a ingestão de líquidos e reidratante oral para que a criança não se desidrate.
- Saber que, se a criança tiver vômitos, a chance de desidratação será muito maior.
- Ficar atento para ver se o bebê tem diurese (sinal de boa hidratação).
- Observar a cor, a consistência e a presença de sangue ou muco nas fezes.
- Ter cuidado especial em relação à prevenção de assaduras, uma vez que na diarreia as fezes
podem ser mais ácidas.
- Continuar a oferecer a alimentação habitual, não é necessário mudar nada no caso de diarreia
aguda (duração de até 7 dias).
- Observar um sinal de alerta: a diarreia que não tem boa melhora após 7 dias precisa ser
investigada.

Gripes e resfriados
Gripes e resfriados são processos infecciosos das vias aéreas superiores que ocorrem com muita
frequência. São causados por tipos diferentes de vírus. Os sintomas mais comuns são:
- Febre, que pode ser alta, mas não dura mais do que 3 ou 4 dias.
- Obstrução nasal.
- Tosse, que pode ser produtiva (com catarro) ou mais irritativa (seca).
- Queda do estado geral (a criança não mama direito, não dorme e fica mais irritada).
Geralmente a gripe e os resfriados passam sozinhos (após uns 5 dias) e não trazem
complicações à criança além do incômodo. As medidas mais indicadas para tratamento desses
casos são:
- Fazer lavagens nasais, com solução fisiológica, várias vezes ao dia.
- Tratar a febre com antitérmicos conforme a prescrição do médico.
- Aumentar a oferta de líquidos e lembrar que nesse momento a criança pode querer comer
menos.
- Manter a cabeceira do berço elevada porque, nessa fase, dormir é mais difícil para o bebê.
Como é a boa evolução da gripe: melhora com o passar dos dias (3 primeiros dias); a criança fica
“desanimada” durante a febre e volta a brincar quando ela passa; a secreção do nariz fica
clarinha e melhora com o passar dos dias; e finalmente o apetite retorna aos poucos por volta do
3º ou 5º dia.

Otite
Otite é uma inflamação do ouvido (externo, médio ou interno).
- Ouvido externo: é formado por orelha, conduto auditivo e tímpano.
- Otite externa: tem ocorrência comum devido ao contato com a água (do mar, da piscina ou do
chuveiro). Aparece uma vermelhidão ou secreção no local. Deve-se evitar a entrada de água no
local por meio de curativos e tratar com antibióticos de solução em gotas.
- Ouvido médio: pequena cavidade logo após o tímpano onde ficam os ossículos responsáveis
pela audição (martelo, bigorna e estribo) e a tuba auditiva, que liga o ouvido à garganta.
- Otite média aguda: pode ocorrer em conjunto com outras infecções respiratórias. Como há dor,
a criança pode ficar irritada, com febre e ter dificuldade para dormir ou mamar; há saída de
secreção pela orelha e diminuição da audição. O exame com o otoscópio ajuda o médico a
diagnosticar a infecção.
- Ouvido interno: é composto de duas partes, uma relacionada à audição (cóclea) e a outra ao
equilíbrio (canais semicirculares).

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar

Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Sinais e Sintomas mais comuns no bebê de 4 a 6 meses

Febre
Trata-se da elevação da temperatura corpórea. É considerada febre a temperatura axilar, medida
por meio de termômetro, que está acima de 37,8 °C.
- O período do dia (no final da tarde a temperatura da criança é maior do que à noite ou pela
manhã), a atividade física e a quantidade de roupas influenciam a temperatura corporal normal da
criança.
- É uma resposta do organismo a uma situação em que ele se defende de algum agente
agressor, como uma infecção.
- As causas mais comuns da febre são infecções benignas: gripes, otites, pneumonias etc.
- A febre pode ser tratada com antitérmicos prescritos pelo médico. Além disso, deve-se reduzir o
número de roupas e dar banho.
- Quando a febre preocupa mais (sinais de alerta):
- Bebês de menos de 3 meses com temperatura acima de 37,8 °C.
- Crianças de qualquer idade com febre acima de 39 °C.
- Crianças de qualquer idade, com qualquer intensidade de febre, que estejam abatidas e
prostradas (sem brincar) ou que apresentem outros sintomas associados à febre, como falta de
ar, manchas na pele, vômitos ou diarreia.
Tosse
Trata-se de um mecanismo de defesa do sistema respiratório diante de um agente agressor,
inflamatório ou infeccioso. Pode ser seca ou produtiva (com catarro). Diversas doenças levam a
quadros mais ou menos intensos de tosse. Como se trata de um mecanismo de defesa, a tosse
não deve ser inibida. Ajuda muito o uso de remédios fluidificantes (que deixam a secreção menos
espessa, favorecendo a expectoração), como lavagem do nariz com soro fisiológico e inalações.
É sinal de alerta de que algo não vai bem a tosse acompanhada das seguintes situações:
- Falta de ar.
- Criança prostrada, sem querer comer nem brincar.
- Criança que não consegue beber líquidos nem mamar.
- Quando a região em redor da boca ou embaixo das unhas fica azulada (arroxeada).
- Secreção nasal ou pulmonar amarela ou esverdeada.
- Vômitos repetidos após a tosse ou provocados por ela.
- Tosse com febre por mais de 3 dias.

Vômitos
É importante nesse tópico diferenciar vômito de regurgitação. A grande maioria dos bebês
pequenos (menos de 6 meses) regurgita – isto é, devido a um mecanismo fisiológico normal há o
refluxo do conteúdo gástrico para a boca do bebê, causado por imaturidade dos esfíncteres
esofágicos (responsáveis pela contenção do líquido dentro do estômago). Esse sintoma melhora
com o passar dos meses. No vômito, há a saída abrupta do conteúdo gástrico através da boca
(em jato), o que representa uma condição de doença, na maioria das vezes aguda. O que pode
causar vômitos:
- Quadros infecciosos virais ou bacterianos.
- Alimentos contaminados.
- Intoxicação medicamentosa.
É muito importante considerar que a criança que vomita pode desidratar-se rapidamente, em
especial se for pequena, necessitando de tratamento para a parada dos vômitos e a reidratação.

Diarreia
A diarreia é caracterizada pela alteração do hábito intestinal, com diminuição da consistência das
fezes e aumento do número de evacuações. Geralmente é causada por alguma infecção (como
vírus e bactérias), pode vir acompanhada de febre e tem cura espontânea: em 3 a 5 dias a
criança já está bem melhor. Nesse sentido é importante:
- Aumentar a ingestão de líquidos e reidratante oral para que a criança não se desidrate.
- Saber que, se a criança tiver vômitos, a chance de desidratação será muito maior.
- Ficar atento para ver se o bebê tem diurese (sinal de boa hidratação).
- Observar a cor, a consistência e a presença de sangue ou muco nas fezes.
- Ter cuidado especial em relação à prevenção de assaduras, uma vez que na diarreia as fezes
podem ser mais ácidas.
- Continuar a oferecer a alimentação habitual, não é necessário mudar nada no caso de diarreia
aguda (duração de até 7 dias).
- Observar um sinal de alerta: a diarreia que não tem boa melhora após 7 dias precisa ser
investigada.

Gripes e resfriados
Gripes e resfriados são processos infecciosos das vias aéreas superiores que ocorrem com muita
frequência. São causados por tipos diferentes de vírus. Os sintomas mais comuns são:
- Febre, que pode ser alta, mas não dura mais do que 3 ou 4 dias.
- Obstrução nasal.
- Tosse, que pode ser produtiva (com catarro) ou mais irritativa (seca).
- Queda do estado geral (a criança não mama direito, não dorme e fica mais irritada). Geralmente
a gripe e os resfriados passam sozinhos (após uns 5 dias) e não trazem complicações à criança
além do incômodo. As medidas mais indicadas para tratamento desses casos são:
- Fazer lavagens nasais, com solução fisiológica, várias vezes ao dia.
- Tratar a febre com antitérmicos conforme a prescrição do médico.
- Aumentar a oferta de líquidos e lembrar que nesse momento a criança pode querer comer
menos.
- Manter a cabeceira do berço elevada porque, nessa fase, dormir é mais difícil para o bebê.
Como é a boa evolução da gripe: melhora com o passar dos dias (3 primeiros dias); a criança fica
“desanimada” durante a febre e volta a brincar quando ela passa; a secreção do nariz fica
clarinha e melhora com o passar dos dias; e finalmente o apetite retorna aos poucos por volta do
3º ou 5º dia.

Otite
Otite é uma inflamação do ouvido (externo, médio ou interno).
- Ouvido externo: é formado por orelha, conduto auditivo e tímpano.
- Otite externa: tem ocorrência comum devido ao contato com a água (do mar, da piscina ou do
chuveiro). Aparece uma vermelhidão ou secreção no local. Deve-se evitar a entrada de água no
local por meio de curativos e tratar com antibióticos de solução em gotas.
- Ouvido médio: pequena cavidade logo após o tímpano onde ficam os ossículos responsáveis
pela audição (martelo, bigorna e estribo) e a tuba auditiva, que liga o ouvido à garganta.
- Otite média aguda: pode ocorrer em conjunto com outras infecções respiratórias. Como há dor,
a criança pode ficar irritada, com febre e ter dificuldade para dormir ou mamar; há saída de
secreção pela orelha e diminuição da audição. O exame com o otoscópio ajuda o médico a
diagnosticar a infecção.
- Ouvido interno: é composto de duas partes, uma relacionada à audição (cóclea) e a outra ao
equilíbrio (canais semicirculares).

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar

Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)

É Febre?

Quando a criança fica um pouco mais quente, a maioria das mães corre para pegar o termômetro
e verificar se é febre. Se confirmada, surgem algumas dúvidas sobre como proceder, medicação
e quando levá-la ao pediatra. Para saber como agir, é preciso antes entender o que é febre,
identificar seus sintomas e, acima de tudo, manter a calma.
Claro que nenhuma mãe gosta de ver seu filho jururu e derrubadinho, dá uma sensação de
impotência, não é mesmo? Mas, segundo especialistas, em 95% dos casos a febre é menos
grave do que parece e, na maioria das vezes, é preciso paciência para que a medicação e a
orientação de tratamento dada pelo pediatra façam efeito.
A febre normalmente está relacionada a uma infecção, inflamação ou virose, e seus principais
sintomas são aumento da temperatura corporal, sensação de frio, rosto vermelho, coração
acelerado, moleza no corpo e dores de cabeça ou musculares. Então, já sabe, se seu filho
apresentar esses sintomas, é hora de pegar o termômetro.
Só é considerado febre quando a temperatura do termômetro indicar mais de 37,5 ºC nas axilas e
acima de 37,3 ºC na boca ou no reto. Abaixo disso, não é preciso desespero, e a recomendação
é que você monitore a temperatura do seu pequeno a cada hora para ver se o quadro evolui ou
regride.
Caso a temperatura do seu pequeno chegue a 37,8 °C ou ultrapasse esse número, o ideal é que
você entre em contato com o pediatra dele. Ele irá orientá-la sobre como agir e provavelmente
pedirá para ver a criança.
Nunca medique seu filho sem a orientação prévia de um médico. Apesar de os antitérmicos
serem aparentemente inofensivos, estudos mostram que, em muitos casos, os pais acabam
errando na dosagem, e isso pode implicar em alguns riscos para o seu pequeno. Fique atento e
leve regularmente seu filho ao pediatra.

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar
Fonte :Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae
Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Sinais e sintomas comuns na fase escolar

Febre
Trata-se da elevação da temperatura corpórea. É considerada febre a temperatura axilar, medida
por meio de termômetro, que está acima de 37,8 °C.
- É uma resposta do organismo a uma situação em que ele se defende de algum agente
agressor, como uma infecção.
- As causas mais comuns da febre são infecções benignas: gripes e amigdalites.
- A febre pode ser tratada com antitérmicos prescritos pelo médico.
- Quando a febre preocupa mais (sinais de alerta):
- Crianças de qualquer idade com febre acima de 39 °C.
- Crianças de qualquer idade, com qualquer intensidade de febre, que estejam abatidas e
prostradas (sem brincar) ou que apresentem outros sintomas associados à febre, como falta de
ar, manchas na pele, vômitos ou diarréia.

Tosse
Trata-se de um mecanismo de defesa do sistema respiratório diante de um agente agressor,
inflamatório ou infeccioso. Pode ser seca ou produtiva (com catarro). Diversas doenças levam a
quadros mais ou menos intensos de tosse. Como se trata de um mecanismo de defesa, a tosse
não deve ser inibida. Ajuda muito o uso de remédios fluidificantes (que deixam a secreção menos
espessa, favorecendo a expectoração), como lavagem do nariz com soro fisiológico e inalações.
- É sinal de alerta de que algo não vai bem a tosse acompanhada das seguintes situações:
- Falta de ar.
- Criança prostrada, sem querer comer nem brincar.
- Criança que não consegue beber líquidos nem mamar.
- Quando a região em redor da boca ou embaixo das unhas fica azulada (arroxeada).
- Secreção nasal ou pulmonar amarela ou esverdeada.
- Vômitos repetidos após a tosse ou provocados por ela.
- Tosse com febre por mais de 3 dias.

Gripes e resfriados
Gripes e resfriados são processos infecciosos das vias aéreas superiores que ocorrem com muita
frequência. São causados por tipos diferentes de vírus.
Os sintomas mais comuns são:
- Febre, que pode ser alta, mas não dura mais do que 3 ou 4 dias.
- Obstrução nasal.
- Tosse, que pode ser produtiva (com catarro) ou mais irritativa (seca).
As medidas mais indicadas para tratamento desses casos são:
- Fazer lavagens nasais, com solução fisiológica, várias vezes ao dia.
- Aumentar a oferta de líquidos e lembrar que nesse momento a criança pode querer comer
menos.
- Tratar a febre com antitérmicos pode ser uma opção. Neste caso entre em contato para
conversarmos melhor

Amigdalites
Nessa fase o tecido linfóide (ex: amígdalas) estão no máximo do seu desenvolvimento. Por isso é
comum o aparecimento de sintomas como amigdalites virais ou bacterianas. São quadros que
tem em comum febre, dor ao engolir, presença de linfonodos (ínguas) no pescoço e queda do
estado geral. Na amigdalite bacteriana há pus na garganta, febre alta e repetida durante uns três
dias e é necessário a utilização de antibiótico para controle do quadro.

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar

Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Sinais e Sintomas mais comuns na criança na fase pré-escolar

Nessa fase a criança fica menos doente. Isso acontece porque grande parte do calendário vacinal
já está quase completo, o sistema imunológico já está mais maduro e a criança mais resistente. É
um período de calmaria, em relação à processos infecciosos. Ainda sim é comum acontecer:

Febre.
Trata-se da elevação da temperatura corpórea. É considerada febre a temperatura axilar, medida
por meio de termômetro, que está acima de 37,8 °C.

- O período do dia (no final da tarde a temperatura da criança é maior do que à noite ou pela
manhã), a atividade física e a quantidade de roupas influenciam a temperatura corporal normal da
criança.

- É uma resposta do organismo a uma situação em que ele se defende de algum agente
agressor, como uma infecção.

- As causas mais comuns da febre são infecções benignas: gripes, otites.
- A febre pode ser tratada com antitérmicos prescritos pelo médico. Além disso, deve-se reduzir o
número de roupas e dar banho.

- Quando a febre preocupa mais (sinais de alerta):
- Crianças de qualquer idade com febre acima de 39 °C.

- Crianças de qualquer idade, com qualquer intensidade de febre, que estejam abatidas e
prostradas (sem brincar) ou que apresentem outros sintomas associados à febre, como falta de
ar, manchas na pele, vômitos ou diarréia.

Tosse
Trata-se de um mecanismo de defesa do sistema respiratório diante de um agente agressor,
inflamatório ou infeccioso. Pode ser seca ou produtiva (com catarro). Diversas doenças levam a
quadros mais ou menos intensos de tosse. Como se trata de um mecanismo de defesa, a tosse
não deve ser inibida. Ajuda muito o uso de remédios fluidificantes (que deixam a secreção menos
espessa, favorecendo a expectoração), como lavagem do nariz com soro fisiológico e inalações.

Gripes e resfriados
Gripes e resfriados são processos infecciosos das vias aéreas superiores que ocorrem com muita
frequência. São causados por tipos diferentes de vírus.

Os sintomas mais comuns são:
- Febre, que pode ser alta, mas não dura mais do que 3 ou 4 dias.
- Obstrução nasal.
- Tosse, que pode ser produtiva (com catarro) ou mais irritativa (seca).
- Queda do estado geral (a criança não quer brincar, fica prostrada e não come direito).
Geralmente a gripe e os resfriados passam sozinhos (após uns 5 dias) e não trazem
complicações à criança além do incômodo.

Broncoespasmo
É o chiado no peito acontece em crianças que tem mais alergias ou que estão com uma gripe
mais forte. Os sintomas são dificuldade para respirar, “chiado” quando coloca o ar para fora e
força para fazer os movimentos da respiração.
No caso de dúvida, marque uma consulta para conversarmos melhor.

Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar

Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)

Separação dos pais: como falar e lidar? Até pouco tempo, as crianças apresentavam os medos comuns da infância: medo do escuro, de barulh...