Planejando as festas de fim de ano
Fim de ano é uma época cheia de reuniões festivas. De um modesto jantar com amigos, até
celebrações que envolvem fazer as malas para cair na estrada. Todo tipo de convite pode
aparecer!
Mas quando se tem filhos pequenos, é preciso um planejamento maior para aproveitar a data. No
caso de quem vai viajar, essa preparação, muitas vezes, começa com a organização do “kit
sobrevivência”, com mudas de roupa, medicamentos, brinquedinhos etc.
A tal da conversa A gente sabe o quão complexo pode ser passar certos tipos de instruções
para os pequenos. Mesmo que a criança não entenda todos os detalhes, é importante conversar
com ela sobre a comemoração, o que vai acontecer e as pessoas que irão participar.
Se for um programa mais formal (como um jantar, por exemplo), vocês podem combinar
atividades que ela pode fazer durante o evento. Aí é só complementar aquele kit com o
brinquedo favorito, lápis de cor, joguinhos e outras coisas para ajudar a distrair e a passar o
tempo.
Infraestrutura amiga A ida a confraternizações com crianças pode fazer algumas cenas virem à
cabeça. Quem nunca viu uma família chegando ao restaurante e, após os primeiros cinco minutos
à mesa, crianças sorridentes (e suas bexigas flutuantes) correndo salão afora? Pois é!
Já para os papais corajosos que vão para os restaurantes, clubes e afins, para evitar o “tédio”
infantil, vale se informar sobre a estrutura do local onde a festa vai acontecer. É legal considerar
itens como banheiros, fraldário, ambientes à parte (com mais sossego e silêncio) e a presença de
itens específicos, como cadeirão especial e até mesmo um espaço para crianças, com
brinquedos, sofazinhos, entre outros.
Mesmo com todas essas precauções, existe sim a possibilidade de o lugar da festa oferecer
poucas opções ou da criança simplesmente não entender algumas orientações. Nesses
momentos, vale tudo: desde ajustar os horários da festa (dar só aquela “passadinha”, sair mais
cedo ou selecionar a dedo as confraternizações), conversar ainda mais com o pequeno e até
ativar a rede de apoio (avós, padrinhos e tios confiáveis e dispostos a ajudar) por algumas
horinhas. Tudo vai depender do clima!
Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar
Fonte : Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae
Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)
Fim de ano é uma época cheia de reuniões festivas. De um modesto jantar com amigos, até
celebrações que envolvem fazer as malas para cair na estrada. Todo tipo de convite pode
aparecer!
Mas quando se tem filhos pequenos, é preciso um planejamento maior para aproveitar a data. No
caso de quem vai viajar, essa preparação, muitas vezes, começa com a organização do “kit
sobrevivência”, com mudas de roupa, medicamentos, brinquedinhos etc.
A tal da conversa A gente sabe o quão complexo pode ser passar certos tipos de instruções
para os pequenos. Mesmo que a criança não entenda todos os detalhes, é importante conversar
com ela sobre a comemoração, o que vai acontecer e as pessoas que irão participar.
Se for um programa mais formal (como um jantar, por exemplo), vocês podem combinar
atividades que ela pode fazer durante o evento. Aí é só complementar aquele kit com o
brinquedo favorito, lápis de cor, joguinhos e outras coisas para ajudar a distrair e a passar o
tempo.
Infraestrutura amiga A ida a confraternizações com crianças pode fazer algumas cenas virem à
cabeça. Quem nunca viu uma família chegando ao restaurante e, após os primeiros cinco minutos
à mesa, crianças sorridentes (e suas bexigas flutuantes) correndo salão afora? Pois é!
Já para os papais corajosos que vão para os restaurantes, clubes e afins, para evitar o “tédio”
infantil, vale se informar sobre a estrutura do local onde a festa vai acontecer. É legal considerar
itens como banheiros, fraldário, ambientes à parte (com mais sossego e silêncio) e a presença de
itens específicos, como cadeirão especial e até mesmo um espaço para crianças, com
brinquedos, sofazinhos, entre outros.
Mesmo com todas essas precauções, existe sim a possibilidade de o lugar da festa oferecer
poucas opções ou da criança simplesmente não entender algumas orientações. Nesses
momentos, vale tudo: desde ajustar os horários da festa (dar só aquela “passadinha”, sair mais
cedo ou selecionar a dedo as confraternizações), conversar ainda mais com o pequeno e até
ativar a rede de apoio (avós, padrinhos e tios confiáveis e dispostos a ajudar) por algumas
horinhas. Tudo vai depender do clima!
Autor: Zuleid Dantas Linhares Mattar
Fonte : Texto original extraído do Blog Vida de Mãe – www.nestle.com.br/vidademae
Fonte do artigo:Pediatra Online (www.pediatraonline.com.br)
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